segunda-feira, 27 de agosto de 2007

A Tempestade



“Estava tudo escuro, exceto onde o relâmpago cortava o céu.
O vento sibilava e as águas caíam, diluviais. Que devastação!
Mas não demorou muito, os relâmpagos cessaram, os raios silenciaram, a chuva parou, as nuvens se foram com o vento manso e apareceu o arco-íris. Então, durante várias semanas, os campos ficaram cobertos de flores e, por todo o verão, a grama esteve mais verde, os ribeiros mais cheios e as árvores mais frondosas – tudo porque a tempestade havia passado por ali”.
Theodore Parker (1810-1860)

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

O Espião





O Quadro




O quadro amarelo


está pendurado na parede


O quadro envelheceu


e seu valor nao mudou


O quadro figurado


sem mais valor.


Na parede


o quadro ficou.

despertar


e novamente a nuvem que se mostrava chover Não choveu Mas mesmo assim acordei molhado A chuva não passou e a nuvem que me cobria Não molhou Mas uma vez aquele pensamento voltou Acordou e novamente havia lágrimas em meus olhos Não chorei A Tempestade que ficou me arrasou. Não extinguiu. Não destruiu. Mas, deixou em mim marcas profundas Não esqueci.

MÁXIMA


“Cinderela, viva toda a fantasia do seu baile hoje; deleite-se, sorria muito, aproveite cada instante, cada momento fabuloso, consciente de que, independente do tempo parecer mágico, meia-noite chegará, mais cedo ou mais tarde. E se não chegar!?!?!?!?!?!?! Dê graças e volte pra festa...”